Presidente quer cemitério na água

Há coisas que nem ao diabo lembram. Como é que se podem comprar terrenos para a construção de um novo cemitério, em Fermentelos, terra que tem linhas de água muito à superfície, sem que se faça um estudo geológico. Pois é, agora o “caldo” está entornado.
Foram comprados mais de 11 mil metros quadrados de terreno, gastos mais de 100 mil euros e cemitério nem pensar. E mais, o outro está cheio.
Diz o presidente da Junta que vai mandar os corpos para Águeda, uma vez que a Câmara de Águeda é que está a fazer o projecto. Bem… uma coisa é o projecto e outra coisa é o titular da obra (a Junta) mandar efectuar os estudos necessários.
Gil Nadais, presidente da Câmara de Águeda, ao JN, perante o estudo que foi conhecido, diz que o presidente da junta deve tomar todas as medidas necessárias para resolver o problema.
“É uma obra da inteira responsabilidade do presidente da junta e por isso terá que resolver o problema”, justificou Gil Nadais, sublinhando que “a confirmar-se o estudo feito pela Universidade de Aveiro o local é inviável para a construção do cemitério”.
Tags: Águeda, Aveiro, bairrada, Fermentelos, junta
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Comentários
4 Comentários para “Presidente quer cemitério na água”
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Este presidente é todo para a frente.
acho que devem fazer o estudo antes, sim sr. Pensando bem, a “água ajuda a hidratar e a manter”, Pedro
na saúde dos que já foram e irão, está bem.
Já estou a imaginar os peixes da pateira a engordarem.
[...] conta aqui, que dois investigadores da Universidade de Aveiro reprovaram o local escolhido pela junta para a [...]